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7 de agosto de 2018

Tarifa branca pode ser opção para comércio “driblar” aumento da energia elétrica


Aneel autorizou distribuidoras como Eletropaulo e Energisa Sul Sudeste a reajustar as tarifas em mais de 15% neste ano

 

A energia elétrica está mais cara em São Paulo, e não é pouca coisa. Em julho, entraram em vigor as tarifas reajustadas das distribuidoras Energisa Sul Sudeste e Eletropaulo. A Elektro aumenta o preço do serviço neste mês e, em outubro, será a vez da EDP SP e da CPFL Piratininga.

Nesse cenário, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) sugere, como forma de reduzir custos, que o empresário verifique se a tarifa branca traz vantagens para o estabelecimento comercial.

A tarifa branca é uma modalidade em que o preço da energia varia conforme o dia e o horário de consumo. O período do dia em que há mais demanda por energia é chamado de “horário de ponta”. Nesse modelo, o custo da energia aumenta nos períodos de ponta e intermediários. Em contrapartida, é mais barato nos demais horários.

Em geral, se o consumo do estabelecimento comercial for no mínimo 80% fora do horário de ponta, vale a pena optar pela tarifa branca, pois o gasto com energia diminui. Contudo, antes de aderir, a FecomercioSP recomenda que o empresário faça uma simulação no site da distribuidora de energia que atende à sua região – confira mais informações e simuladores nos sites da Energisa Sul SudesteElektroEDPEletropaulo e CPFL.

A tarifa branca está disponível para novas instalações e unidades que consomem mensalmente mais de 500 kWh, em média. A partir de 1º de janeiro de 2019, a opção estará disponível para instalações cujo consumo médio mensal seja superior a 250 kWh. Não há nenhum custo de adesão à modalidade. Confira a matéria completa aqui.

 

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