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20 de dezembro de 2017

MP deu à sociedade falsa sensação de que energia seria mais barata, diz Britaldo Soares


Presidente do conselho da AES Eletropaulo diz ao UM BRASIL que a ação não era sustentável

A Medida Provisória (MP) n.º 579/12 é considerada artificial e de certa irresponsabilidade fiscal para o presidente do conselho da AES Eletropaulo, Britaldo Soares. Em entrevista ao UM BRASIL, o executivo diz a Renato Galeno que a MP causou danos à sustentabilidade da Eletrobras no longo prazo e a outros agentes do mercado de energia.

A medida dispõe sobre as concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no País, e redução de encargos e tarifações do setor. Posteriormente, a MP foi convertida na Lei n.º 12.783/2013. “O efeito mais perverso foi passar para a sociedade brasileira a sensação que a energia poderia ser mais barata, mas isso não era sustentável”, diz Soares.

Na conversa, o presidente do conselho da AES Eletropaulo fala do atual projeto de concessões do governo federal. Ele acredita que atrairá o interesse de investidores internacionais. Entre os bons ativos envolvidos no programa, Soares destaca o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista.

A entrevista é uma produção UM BRASIL em parceria com o Fórum Desafio Brasil+China 2017, projeto brasileiro de desenvolvimento baseado no encontro de iniciativas, projetos e ideias de sucesso em países em desenvolvimento. Assista a matéria completa aqui.

 

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